quinta-feira, 26 de maio de 2016

Software Livre: Liberdade de Criação

Software Livre: Liberdade de Criação
Imaginemos que só houvesse uma marca de biscoito... de um refrigerante... O que aconteceria?
Certamente, seríamos obrigados a comprar esses itens para o consumo, mesmo não gostando. E, ainda assim, pagaríamos valores altíssimos, pois, como só haveria uma marca, haveria também o monopólio destes produtos. Ou seja, não teríamos alternativa de comprar outra marca.
Assim é o uso do software proprietário, neste aso não temos liberdade de fazer qualquer alteração para o nosso benefício e o de toda a coletividade. Somos obrigados a tê-lo com o melhor, como o único capaz de suprir perfeitamente às nossas necessidades, até porque é incutido isso diariamente na mente dos cidadãos que desconhecem outra alternativa de uso, o Software Livre (SL).
Mas, afinal, como se utiliza o SL?
É necessário entender que no SL  o usuário tem liberdade e autonomia para usá-lo conforme a própria necessidade e que toda alteração feita serve para uso de todos os demais usuários dele.
Assim, não há como falar de SL sem citar as quatro liberdades que o definem:
1 A liberdade de executar o programa para qualquer efeito.
2 A liberdade de estudar como o programa funciona e adaptá-lo às suas necessidades.
3 A liberdade de redistribuir cópias, de modo que você pode ajudar os outros.
4 A liberdade de aperfeiçoar o programa e fazer melhorias publicamente disponíveis, para toda comunidade se beneficiar.

Dessa forma, é importante entender que sem a liberdade de modificar um programa, os usuários permanecerão “reféns” e à mercê de um único fornecedor  que impõe regras de uso sem a possibilidade de adequar o programa à real necessidade do usuário. Por isso, é imprescindível que a população veja no SL um programa tão bom quanto  no proprietário, mas no SL com a possibilidade de autonomia e liberdade de fazer modificações em prol da coletividade que não está “refém” de um software proprietário.

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