Software Livre:
Liberdade de Criação
Imaginemos
que só houvesse uma marca de biscoito... de um refrigerante... O que
aconteceria?
Certamente,
seríamos obrigados a comprar esses itens para o consumo, mesmo não gostando. E,
ainda assim, pagaríamos valores altíssimos, pois, como só haveria uma marca,
haveria também o monopólio destes produtos. Ou seja, não teríamos alternativa
de comprar outra marca.
Assim
é o uso do software proprietário, neste aso não temos liberdade de fazer
qualquer alteração para o nosso benefício e o de toda a coletividade. Somos
obrigados a tê-lo com o melhor, como o único capaz de suprir perfeitamente às
nossas necessidades, até porque é incutido isso diariamente na mente dos
cidadãos que desconhecem outra alternativa de uso, o Software Livre (SL).
Mas,
afinal, como se utiliza o SL?
É
necessário entender que no SL o usuário
tem liberdade e autonomia para usá-lo conforme a própria necessidade e que toda
alteração feita serve para uso de todos os demais usuários dele.
Assim,
não há como falar de SL sem citar as quatro liberdades que o definem:
1
A liberdade de executar o programa para qualquer efeito.
2
A liberdade de estudar como o programa funciona e adaptá-lo às suas
necessidades.
3
A liberdade de redistribuir cópias, de modo que você pode ajudar os outros.
4
A liberdade de aperfeiçoar o programa e fazer melhorias publicamente disponíveis,
para toda comunidade se beneficiar.
Dessa
forma, é importante entender que sem a liberdade de modificar um programa, os
usuários permanecerão “reféns” e à mercê de um único fornecedor que impõe regras de uso sem a possibilidade
de adequar o programa à real necessidade do usuário. Por isso, é imprescindível
que a população veja no SL um programa tão bom quanto no proprietário, mas no SL com a
possibilidade de autonomia e liberdade de fazer modificações em prol da
coletividade que não está “refém” de um software proprietário.
Nenhum comentário:
Postar um comentário