quarta-feira, 1 de junho de 2016

Alienação midiática: Uma nova velha caverna

Alienação midiática: Uma nova velha caverna

Quem nunca leu o Mito da Caverna de Platão? Se não leu, leia. Só assim para entender o que torna um ser humano preso a uma caverna na atualidade, o que, de fato, aliena um homem que não consegue enxergar outro mundo, neste caso, uma nova informação.
É notório que o poder que a veiculação midiática exerce na construção dos ideais e da visão de mundo dos indivíduos, principalmente àqueles que são alienados e se enquadram no perfil de massas de manobra é cada vez mais visível. A caverna que nos aprisiona, atualmente, num cenário globalizado e capitalista é o conhecimento dissipado, aliado à falta de oportunidades de se retirar do senso comum às ideias e ideais incutidos pela mídia como verdade absoluta.
Portanto, para sair dessa caverna, dessa prisão é necessário que o ser humano entenda que há um mundo além das informações alienantes noticiadas como únicas e verdadeiras, só assim não teremos seres alienados, mas seres conectados com a realidade, desde que se façam pesquisas acerca de informações disseminadas por essa mídia alienante, não é a toa que temos a internet, jornais e revistas que nos trazem tantas informações, porém, é necessário filtrá-las para saber, então, qual é a real, a verdadeira informação.


A febre das Redes Sociais

A febre das Redes Sociais

O mundo, nos últimos anos, tornou-se mais tecnológico, as pessoas se aproximaram mais uma das outras – ainda que virtualmente -, as culturas foram expostas, ou melhor, podemos conhecer e viver qualquer cultura em apenas um click. As redes sociais estão à disposição dos usuários para unir, reaproximar, mas também, aliciar pessoas, especialmente jovens e crianças.
A exposição demasiada da intimidade nas redes sociais é uma das principais causas de crimes cometidos pelos “criminosos virtuais” Pois, já não é novidade que muitas crianças possuem contas nas redes sociais, por exemplo, no facebook, o que facilita a “entrada” de criminosos na vida destas crianças, já que os pais estão trabalhando e/ou não têm tempo para conversar com os próprios filhos. Logo, a saída para as crianças e jovens é conversar com os “amigos” virtuais, pois, os criminosos se tornam muito amigos, confidentes das vítimas, até o crime acontecer.
Contudo, é necessário que pais e professores mantenham um diálogo constante com as crianças e jovens sobre os perigos que rondam as redes sociais, e mostrar que estar  conectado é, também, importante; porém, é preciso instruí-los a aceitar pessoas conhecidas na rede de amigos e pesquisar sites confiáveis, ler revistas apropriadas para cada fase, isso tudo com a mediação dos pais e professores.

Dessa forma, evitam-se crimes contra crianças e jovens indefesos, “solitários”. Pois, o que ainda falta nessa modernidade liquida, é o diálogo, a conversa e a mediação para o uso adequado das redes sociais, uma vez que a interação deve existir, seja virtual como abertura para a interação no “mundo real”.

quinta-feira, 26 de maio de 2016

A TELEVISÃO BRASILEIRA E A EDUCAÇÃO

A TELEVISÃO BRASILEIRA E A EDUCAÇÃO

"o uso das novas tecnologias exige uma nova forma de pensar o ensino-aprendizagem, não podemos reduzir apenas a instrumentos que transmitem animação na aula. A presença da televisão na sala incentiva a escrita, leitura, visão, criação, imaginário, etc num processo de aprendizado muito avançado. Todavia, por mais que esteja presente na sala de aula, a televisão, até então, só vem servindo de suporte para a exibição de filmes, porque ainda não se descobriu ou buscou caminhos que possibilitassem a sua utilização.”

A televisão, mesmo com o crescimento de acesso à internet, ainda é considerado um dos  meios de comunicação mais acessível a toda a população. Porém, falar sobre TV, é falar de programas disponíveis para a população que tem acesso a esse bem, contudo, é fato que a maior parte da população que tem possui essa tecnologia em suas residências, nem sempre tem acesso a uma programação considerada “educativa”. Fica refém da TV aberta, já que não tem condições de pagar uma TV por assinatura.
Entretanto, o fato é que essa TV também dita o programa que cada faixa etária deve assistir, ou seja, dia o que você deve “ver” e o que não deve. Porém, como essa TV sabe o que é melhor para determinada família. É imprescindível que aas famílias não se deixem ser manipuladas por essas “indicações”, antes, é necessário que as próprias famílias entendam o que elas querem assistir e que saibam filtrar as informações para não serem manipuladas, como fantoches nas mãos de quem tem o poder para manipular. Isso, aqui, refiro-me a TV analógica, pois a real TV digital ainda não é uma realidade para muitos, o que existe como TV digital é uma forma de ludibriar as pessoas afirmando que eles terão o melhor da TV em imagem e som, e ainda pode interagir com essa TV. É surreal, pois, o acúmulo de poder nas mãos de empresários da imprensa no Brasil, assim como a supremacia da Rede Globo, que usa de lobbies, manipulação mental coletiva e todo tipo de “armas” para se manter no poder.
Com tudo, é fato que a tecnologia produz poder, a ponto de a história da civilização humana ser a história do desenvolvimento de diferentes armas de diferentes tipos. E nesse caso, a TV, especialmente a aberta, tem m poder gigantesco de manipular os cidadãos que não detêm um poder de criticidade, acreditando em tudo o que ouve e vê (na TV).
Portanto, é necessário que a população lute por uma programação que lhe agregue mais conhecimento, menos manipuladora e que, de fato, seja uma programação interativa e não uma pseudointeração. É com uma interação “real” que a população conseguirá, pelo menos em parte, dizer se o programa é condizente com o que ela espera e crê, não se deixando mais ser manipulada por quem detém o poder da mídia, da TV aberta.


SELECIONAR (IN)FORMAÇÃO É ESSENCIAL NO MUNDO DAS TECNOLOGIAS

SELECIONAR (IN)FORMAÇÃO É ESSENCIAL NO MUNDO DAS TECNOLOGIAS

As crianças, adolescentes e jovens vivem grande parte de seu tempo de vida na Escola. Pais e educadores, especialistas e professores ali igualmente dedicam sua atenção, desenvolvem sua ação humana e sua atuação profissional. Porém, como o professor lida com estes indivíduos (alunos) que além de passar grande parte da vida na escola também vivem outra parte da vida conectado às rede sociais, ou melhor, à internet?
É importante que a escola, antes de tomar decisões, entenda que o atual século é o século das tecnologias, da autonomia, de informações disponíveis em um click. E que, hoje, o professor não é o detentor de todo o saber, o estudante já vem com uma gama de (in)formação e conhecimento, contudo, para que o professor consiga lidar com toda essa novidade, é imprescindível que ele (professor) esteja “antenado” e conectado com todo esse processo de mudança sócio-comunicacional presente no século XXI.
A vida, pois, acontece no cotidiano da escola, a formação igualmente. Trata-se de construir uma escola que seja acolhedora, não mais excludente; uma escola que entenda, respeite e, acima de tudo, ouça o que o aluno tem a falar sobre as informações recebidas tanto por amigos quanto por informações disponíveis na internet. A partir disso, o professor pode dialogar com o aluno como filtrar informações verídicas, sites confiáveis, pois, há um excesso de informações e para tanto o aluno e professor precisam estar atentos a essa enxurrada de notícias. Pois, o cotidiano não é a repetição de rotinas, é o espaço da criação, a dimensão da estabilidade das relações para o acontecer singular da identidade pedagógica e a manifestação original do ser humano.

Com uma formação adequada para lidar com essa gama de informação e conhecimento, certamente o professor dialogará melhor com os estudantes o que, consequentemente, tornará a sala de aula mais atrativa e o aluno sentirá que, de fato, faz parte do processo de aprendizagem, uma vez que o diálogo também versará sobre tecnologia, já que ele (aluno) está cada vez mais integrado dentro do processo digital, virtual e comunicacional.

REA

REA

Afinal, o que é REA?
REA é uma sigla que quer dizer Recursos Educacionais Abertos que tem como um dos objetivos facilitar o acesso a informações disponibilizadas na rede para que todos, além do acesso a esse material disponibilizado na rede, possam fazer remixagens para uso próprio, ou seja, o usuário tem a liberdade de usar conforme a necessidade e depois compartilhar a alteração na rede para que outras pessoas tenham acesso e assim sucessivamente.
Assim, os materiais de ensino, aprendizado e pesquisa em qualquer suporte ou mídia, que estão sob domínio público, ou estão licenciados de maneira aberta, permitindo que sejam utilizados ou adaptados por terceiros" é a definição de Recursos Educacionais Abertos (REA) dada pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco),  esse é um movimento crescente,  alavancado pela Internet, e que tem como marcas a colaboração e a interatividade. Imaginemos que um professor precise de uma plano de aula, de um determinado conteúdo... com REA o plano de aula estará livre para uso e devidas alterações, assim é REA, livre para uso e devidas modificações, porém, toda modificação continua livre parra os próximos usuário.
O REA se apoia em três elementos principais: conteúdos de aprendizado, como cursos completos e metodologias de ensino e aprendizado; ferramentas técnicas, como sistemas de gerenciamento de conteúdo e comunidades de aprendizado online; e recursos para implementação, ou seja, licenças de propriedade intelectual para promover a publicação aberta de materiais. 
Portanto, é imprescindível entender que a  ideia principal por trás do REA é que qualquer coisa publicada pode ser utilizada e recombinada por outras pessoas, aumentando o conhecimento de todos. Assim para que todo o conteúdo seja disponibilizado e acessível a todos, é importante saber que existem quatro liberdades mínimas do REA, os chamados "4Rs": "revisar, reusar, remixar e redistribuir. 

Mais informações, acesse REA.

O rádio a favor da educação

O rádio a favor da educação
Como um dos meios de comunicação mais antigo pode ser ligado à educação de forma que favoreça a aprendizagem?
É notório que o rádio surgiu como forma de manifestar o pensamento sem o viés comercial e capitalista. Com o tempo, esse meio de comunicação passou a ser visto como meio comercial e capitalista até chegar às rádios comunitárias que tem como foco ajudar na divulgação das lojas, anúncios da/na comunidade e crescimento, também, do comércio local.
Até que surgem nas escolas as rádios para que a aprendizagem dos alunos fosse desenvolvida de forma eficaz. O problema é que nem todas as escolas entendem a importância deste veículo como suporte para aprendizagem do aluno. Contudo, é necessário que diretores, professores percebam a relevância da rádio na escola como forma de estimular a aprendizagem autônoma e libertária do aluno. Pois, o aluno terá que pensar em programações que atendam os interesses dos jovens colegas, professores, enfim, de toda a comunidade escolar, como filtrar notícias (gerais, nacionais, regionais e até seleção de músicas) à idealização de programas dentro da rádio.
Com a ampliação e acesso da internet, o rádio teve seu up grade também no meio virtual, pois cresceu também o acesso a uma programação de rádio através da rede mundial de computadores.

Enfim, é fato, que a rádio na escola favorece a uma aprendizagem mais lúdica e interessante do ponto de vista do aluno, uma vez que ele desenvolverá toda a programação, ainda que mediada por um profissional da comunicação ou atém mesmo com o auxilio de um professor.

Software Livre: Liberdade de Criação

Software Livre: Liberdade de Criação
Imaginemos que só houvesse uma marca de biscoito... de um refrigerante... O que aconteceria?
Certamente, seríamos obrigados a comprar esses itens para o consumo, mesmo não gostando. E, ainda assim, pagaríamos valores altíssimos, pois, como só haveria uma marca, haveria também o monopólio destes produtos. Ou seja, não teríamos alternativa de comprar outra marca.
Assim é o uso do software proprietário, neste aso não temos liberdade de fazer qualquer alteração para o nosso benefício e o de toda a coletividade. Somos obrigados a tê-lo com o melhor, como o único capaz de suprir perfeitamente às nossas necessidades, até porque é incutido isso diariamente na mente dos cidadãos que desconhecem outra alternativa de uso, o Software Livre (SL).
Mas, afinal, como se utiliza o SL?
É necessário entender que no SL  o usuário tem liberdade e autonomia para usá-lo conforme a própria necessidade e que toda alteração feita serve para uso de todos os demais usuários dele.
Assim, não há como falar de SL sem citar as quatro liberdades que o definem:
1 A liberdade de executar o programa para qualquer efeito.
2 A liberdade de estudar como o programa funciona e adaptá-lo às suas necessidades.
3 A liberdade de redistribuir cópias, de modo que você pode ajudar os outros.
4 A liberdade de aperfeiçoar o programa e fazer melhorias publicamente disponíveis, para toda comunidade se beneficiar.

Dessa forma, é importante entender que sem a liberdade de modificar um programa, os usuários permanecerão “reféns” e à mercê de um único fornecedor  que impõe regras de uso sem a possibilidade de adequar o programa à real necessidade do usuário. Por isso, é imprescindível que a população veja no SL um programa tão bom quanto  no proprietário, mas no SL com a possibilidade de autonomia e liberdade de fazer modificações em prol da coletividade que não está “refém” de um software proprietário.

domingo, 10 de abril de 2016

LIBERDADE DE EXPRESÃO E O MARCO CIVIL DA INTERNET

A Lei Nº 12.965, de 23 de abril de 2014, conhecida como o Marco Civil da Internet ganhou bastante força após a descoberta das práticas de espionagem 

utilizadas pelo governo Norte Americano contra o Brasil e outros países.
Porém a lei, atualmente, está sendo está sendo alvo de divergências políticas e de opinião, principalmente no que se refere à liberdade de expressão, ou seja, o cidadão tem o direito a opinar, a trazer à tona fatos que acontecem no país e que é de interesse da população, mesmo no anonimato. Contudo, querem tirar esse que é um direito do cidadão não só no que se refere ao Marco Civil, mas também está expresso na Constituição Federal/1988 :
Art. 5º Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade, nos termos seguintes:
IX - é livre a expressão da atividade intelectual, artística, científica e de comunicação, independentemente de censura ou licença;
E nesse caso, especificamente falando, o Marco traz a questão da Neutralidade, ou seja, o cidadão pode expor sua opinião e manter usa identidade no anonimato, desde que não ofenda a integridade do outro. O que está em discussão e na atual conjunta é querer cercear esse direito do ser humano, ou seja, quem se sentir ofendido com uma publicação na internet, pode pedir que a informação seja retirada no mesmo momento sem que antes seja investigada o teor da informação, ela é retirada, simplesmente, por que alguém não gostou e ainda obriga que a  identidade do indivíduo que a postou seja revelada: Cadê o direito à liberdade de expressão e ao anonimato? Entretanto, essa retirada acaba ferindo o direito que é legítimo de qualquer cidadão http://brasileiros.com.br/2016/04/votacao-da-cpi-dos-crimes-ciberneticos-e-adiada-para-dia-12-de-abril/.
 Por conseguinte, é importante salientar que a privacidade e a neutralidade devem nortear o Marco Civil, isto é, a inviolabilidade e sigilo das comunicações sejam mantidos, a não ser que sejam liberados por ordem judicial para investigação, uma vez que vivemos numa sociedade midiática, sociedade da comunicação, onde a formação e a informação em rede são essenciais para que as pessoas se mantenham conectadas, informadas e informatizadas.

Referência:

Imagens. Disponível em: https://www.google.com.br. Acesso em: 10/04/16.

PRIVACIDADE É UM DIREITO, NÃO UMA FALÁCIA


Os últimos acontecimentos no cenário político brasileiro concernente à privacidade do cidadão, neste caso, a presidente da República entre outros, surgiu à necessidade de se abrir um debate acerca da problemática: Até que ponto a invasão da privacidade é legal?
Com o tema: “Privacidade, escutas telefônicas e direitos dos cidadãos”, mediado pelo professor Nelson Preto com diversos convidados para debater sobre o tema, como: Sérgio Amadeu, Messias Bandeira,  Wilson Gomes, Ana Beatriz Lisboa e Franklin de Souza, foi iniciado uma apresentação digna de aplausos por todos os convidados. O fato é que a Declaração Universal dos Direitos Humanos traz no seu Art. 12 “Ninguém deverá ser submetido a interferências arbitrárias na sua vida privada, família, domicílio ou correspondência, nem ataques à sua honra e reputação. Contra tais intromissões ou ataques todas as pessoas têm o direito à proteção da lei”.
Porém, o que se observa na atual conjuntura nacional é a invasão de privacidade, escutas telefônicas não autorizadas e, ainda, a divulgação em rede nacional de comunicação destas conversas. Contudo, independente de quem foi a escuta, o que se tem que levar em consideração é que, da mesma forma que foi a de um político, envolvido ou não em transações consideradas ilegais, é que a nossa privacidade, enquanto seres humanos anônimos, também fica ameaçada. É só para e pensar: Que segurança teremos de que a nossa conversa não será divulgada sem a devida autorização? Até que ponto essa segurança existe e não é uma falácia?
Será que quem está no poder não deve preservar a privacidade do indivíduo? Ou, por estar no poder, tem a “liberdade” de expor a privacidade alheia? O que ficou evidente no debate é que, independente do poder exercido, a privacidade do cidadão deve ser resguardada, ainda que se tenha autorização para invasão dessa privacidade não se deve expor antes de uma sentença julgada com ampla defesa do réu. O juiz não deve estar acima da lei, não deve se sentir um “deus”, deve, antes de tudo, observar e praticar tudo em virtude da lei e não de interesses pessoais, com o objetivo de manchar a reputação de um cidadão.
Para encerrar, apesar de estarmos em um momento de transição em que as relações humanas se tornam cada vez mais interativas através dos dispositivos móveis de comunicação, retomo o Art. 12, para enfatizar a importância de se preservar a intimidade do indivíduo, mesmo sabendo que a internet é uma fonte rica de comunicação através das, principalmente, redes sociais, onde todos têm acesso a informações e também as divulga conforme considerar legal, porém, essa “legalidade” não deve ser usada para mancha a integridade de nenhum ser humano antes que haja um processo que tenha sido julgado e réu tenha tido ampla defesa.


domingo, 27 de março de 2016

12, 24 ou 36 poses? Ou 15 megapixels?

12, 24 ou 36 poses? Ou 15 megapixels?

Imagem 1
Desde os primórdios a fotografia, ou melhor, as pinturas rupestres sempre forma uma representação da realidade, ou seja, eram pinturas que retratavam fielmente a realidade vivida por aqueles povos. O tempo foi passando... Chegou a fotografia através da pintura de um quadro de uma pessoa, de uma paisagem natural, isto sem modificação do ambiente. Enfim, a fotografia através de uma câmera fotográfica analógica com doze, vinte e quatro ou trinta e seis poses. Ainda assim, muito difícil alterar a realidade fotografada, era, de fato, o visual real... Faz uma pose. Não se mexe. “Olha o passarinho”. Tudo isso para que a imagem fosse a mais perfeita possível. A pintura, a câmera fotográfica, cinema, televisão, símbolos da automatização da criação e reprodução da imagem. Segundo Barthes, “a fotografia adere o real.” Até aqui se tinha a representação do real através do filme fotográfico, da pintura.
Imagem 2
Enfim, o megapixel, a selfie... Foi o fim da câmera de filme fotográfico? Foi o fim da pintura?  O que se sabe é que com a evolução tecnológica, a pose, hoje, é alterada, o movimento é alterado, o ambiente é alterado, a cor da imagem é alterada, enfim, tudo pode ser alterado para uma perfeita resolução, para uma perfeita imagem, ou seja, a fotografia digital através do pixel. O megapixel traz uma imagem não como representação do real, mas como um simulacro da realidade, pois o pixel é a expressão visual, materializada na tela de um cálculo efetuado pelo computador conforme instruções de um programa.
Com todo esse aparato fotográfico tecnológico, que imagens buscamos? Uma representação do real ou um simulacro da realidade?

Referência
COUCHOT, Edmond. Da representação a simulação. Evolução das técnicas e das artes da figuração

Imagem 1.

Imagem 2.


Humano cyborg ou cyborg humano?

Humano cyborg ou cyborg humano?

Com o fim do século XX e início do século XXI ficou nítida a utilização da tecnologia a favor dos humanos: coxos andaram, cegos enxergaram... Será que essa tecnologia exterminará o ser humano da Terra ou ajudara-los a sobreviver?
O fato é que, na atual conjuntura social e tecnológica, o que se tem visto é a tecnologia a favor dos humanos; que mantes não conseguia andar por perda de membros inferiores, quem não conseguia segurar um “copo com água” devido à falta de uma mão; hoje, tudo isso se tornou possível em virtude da evolução tecnológica, com a produção de próteses que desempenham funções de qualquer membro: perna, braço e/ou mão.
Assim, as próteses se multiplicam cada vez mais... a implantação de órgãos artificiais simulacro perfeitamente a morfologia e as funções dos órgãos vivos, estes passam a regular o funcionamento do pulmão, coração, corrente sanguínea, etc. agora, fazem do humano uma mistura orgânico-cibernético.
Com todo esse aparato tecnológico, é fato que há uma transformação do humano, essa transformação denominou-se de pós-humano por ser formado de copos híbrido e tecnologia, isso sem deixar de evidenciar a evolução da medicina com a fertilização in vitro e o clone de animais.
Com isso, fica evidente que o “homem não se define mais pelo natural nem pelo animal, mas pela tecnologia. Assim, o pós-humano é definido pela fisiologia biotécnica e o corpo deixa de ser sujeito de desejo para ser um objeto de projeto” (Edvaldo Couto).  E pro fim, “ as tecnologias de comunicação e as bioteconologias são ferramentas decisivas para reconstruir e metamorfosear nosso corpos” (DERY, 1988).

Referência:
COUTO, Edvaldo Souza. Políticas do pós-humano – Interfaces dos corpos das sexualidades e das tecnologias digitais.
Imagem
Disponível em: https://www.google.com.br/search?q=imagem+cyborg&biw=800&bih=499&source=lnms&tbm=isch&sa=X&ved=0ahUKEwiuhZ-k0eHLAhXKj5AKHazWAyoQ_AUIBigB#tbm=isch&q=homem+com+perna+mecanica&imgrc=-QhRnHXBde-puM%3A

sexta-feira, 4 de março de 2016

INTELIGÊNCIA COLETIVA

Inteligência Coletiva
Sabemos que a Cibercultura é um processo que aconteceu no decorrer dos anos 2000, com a evolução do mundo tecnológico. Com esse processo, surgem alguns pilares para entermos melhor a questão da cibercultura como Inteligência coletiva, Interconexão e Cidades Virtuais.
Mas, afinal, o que é a inteligência coletiva? Segundo Pierre Lévy (1994, p. 28), “a inteligência coletiva é uma Inteligência distribuída por toda parte, incessantemente valorizada, coordenada em tempo real, que resulta em mobilização efetiva das competências”, que procura o reconhecimento e o enriquecimento das pessoas. Para ampliar a leitura acerca de inteligência coletiva http://www.uel.br/revistas/lenpes-pibid/pages/arquivos/2%20Edicao/ANA%20CELE%20-%20Orient.%20angela.pdf.



Mais sobre inteligência coletiva.

COMUNIDADE VIRTUAL

Comunidade Virtual

É um meio de comunicação entre indivíduos no meio virtual. É uma forma de integrar e interagir com diversas pessoas formando uma teia de comunicação, com espaços para debates; temos como exemplo de comunidade virtual: fórum de discussão, o facebook, com espaços restritos a diversas comunidades que forma essa nova rede, essa nova comunidade. Mais informações sobre Comunidade Virtual: ttp://www.citi.pt/homepages/espaco/html/comunidade_virtual.html


Um bom vídeo sobre Comunidade Virtual.


INTERCONEXÃO

Interconexão: O que é?

Segundo Michaellis, interconexão é a conexão entre dois processos, equipamentos, ideias etc. Nesse sentido, como um dos pilares da cibercultura, é uma forma de estar interligado a uma pessoa através de uma rede, ou seja,quando se comunica através do WhatsApp, celular, etc.   a partir desta comunicação estremos interligados por redes isto é, está-se interligado numa intercmunicação.

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sábado, 20 de fevereiro de 2016

Multiculturalismo

O Brasil, de fato, é um país multicultural visto que é formado por uma população mestiça com índios, brancos e negros. Logo, é necessário as diferenças crenças, pensamentos e etnias sejam respeitados por todos os cidadãos que compõem a sociedade brasileira uma vez que a formação do povo brasileiro não veio de um só povo, de uma só cultura. mas de um todo que forma esse povo mestiço. Assim, é relevante que o currículo leve em consideração a formação do povo brasileiro a partir da diversidade e que não seja um "currículo turista" que só pontua essa formação em datas comemorativas como, por exemplo, dia da Consciência Negra, dia do Índio...

 

domingo, 7 de fevereiro de 2016

O que é cibercultura?


uso do celular em sala de aula: Até que ponto é necessário?

Ao ler a notícia de que um professor foi processado porque "tomou" o celular da mão de um aluno que fazia uso do aparelho durante a aula http://oglobo.globo.com/economia/tecnologia/aluno-processa-professor-por-celular-retirado-em-sala-de-aula-perde-12718573, veio-me um questionamento: Até que ponto deve-se utilizar o aparelho? Se usá-lo, de que forma?
Após algumas leituras e reflexões, o que ficou explícito é de que é notório que não há como fingir que o aparelho não existe, por outro lado, também é relevante que haja cursos de como fazer uso da ferramente em sala de aula... É fato que o  celular só deve ser utilizado quando for solicitado pelo professor, uma  vez que, não solicitado, tira a atenção do aluno e, consequentemente, o rendimento tende a cair. Para complementar a questão do uso do celular em sala de aula, mais uma leitura http://noticias.terra.com.br/educacao/celular-em-sala-de-aula-proibir-ou-usar-como-ferramenta,605bd3f1c2323556dae7c08d601e13dfr8yfRCRD.html